"Não canso de dizer: o ballet é a minha segunda pele".

domingo, 25 de julho de 2010

Giselle por trás da cena

Uma noite de  Gala onde o romantismo clássico do ballet Giselle ganha um toque especial.
É a visão de uma intérprete que doa seu conhecimento a novos valores do ballet clássico.
Convidada pela Escola de Ballet Bolshoi do Brasil, Cecilia Kerche abrilhanta a noite de Gala do 28º Festival Internacional de Dança de Joinville.
Gestual a gestual, trazendo a público o que há de melhor e mais valioso interiormente. Um ensinamento que vai além da técnica perfeita. Uma visão particular da entrega do artista em busca da qualidade perfeita.

Essa entrega é que faz o diferencial da primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Cecilia Kerche e torna sua performance única para  cada espectador que já a viu dançar.



 

Cecilia Kerche responde:

Qual espectativa nesse novo desafio de estar com ensaista convidada na sua personagem predileta da cena?


Esta não é a primeira vez que trabalho como ensaísta deste ballet ,inclusive já remontei o segundo ato para a Escola Maria Olenewa. Me sinto muito a vontade ensaiando este ballet , me realiza muito passar minha compreensão desta obra prima do romantismo.


O que o público pode esperar dessa Giselle?


Uma atuação muito digna de jovens estudantes comprometidos com o bom desempenho técnico e artístico


Cecilia Kerche e a personagem Giselle. O que ambas tem em comum?


Assim como a Giselle , eu também adoro dançar .


O ensaísta influencia decerto modo na atuação de uma companhia. Como lidar com essa questão e até onde se deve ou pode permanecer essa influência?

O ensaísta está ali para direcionar, corrigir e orientar a atuação , cuidar para seja extraído o melhor da atuação tanto do individual como do coletivo.








Wellen de Barros



segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sempre bailarina, e agora, MESTRE

Joinville19 de Julho de 2010A NOTÍCIA - Jornal de Joinville com notícias, esportes, colunistas e mais


A Notícia - edição online





DANÇA



CECÍLIA KERCHE RETORNA AO FESTIVAL DE DANÇA DE JOINVILLE, DESTA VEZ PARA ENSAIAR OS BAILARINOS DA ESCOLA DO TEATRO BOLSHOI PARA O CLÁSSICO GISELLE

Com a propriedade de quem dançou pela primeira vez Giselle aos 15 anos, e há pouco menos de dois anos ainda interpretava o papel-título com reverência, Cecília Kerche volta a brilhar no Festival de Dança de Joinville do lado oposto. A bailarina consagrada nos palcos nacionais e internacionais agora assume a responsabilidade de ensaiar o grupo da Escola do Teatro Bolshoi que leva para a Noite de Gala, dia 26, às 20 horas, um dos clássicos do balé romântico.



O convite inesperado partiu do diretor artístico Sérgio Lobato. Durante oito dias, Cecília irá acompanhar, junto com os professores do Bolshoi, o desempenho dos alunos que estrearam o espetáculo em março,nas comemorações dos dez anos da instituição. Apesar de ter experiência em ensaios específicos de espetáculos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cecília, que já perdeu as contas de quantas vezes se apresentou no festival, pela primeira vez, estará à frente de um grupo de fora.



“Ainda não parei para pensar em como o público vai me receber neste papel inverso. A responsabilidade de estar no palco é enorme, mas estar atrás de um corpo de baile é maior”, diz a bailarina. Mesmo reconhecida pela interpretação da personagem Odette, em “Lago do Cisnes”, a primeira bailarina do Theatro Municipal não esconde que “Giselle” é, na verdade, o seu balé preferido. Em 1979, Cecília estreava nos palcos, ainda durante a graduação de balé, no papel da “Florzinha do campo”, como descreve a camponesa que dá título a obra de Theóphile Gautier. Cinco anos depois, a paulista, agora com o título de solista, repetia a atuação em uma das mais tradicionais companhias de balé do País.



A ligação entre o espetáculo dramático criado em 1841 não estava presente só nos primeiros atos da carreira de Cecília. “Giselle” é também a peça que sua avó mais gostava. “Este é o balé que mais atinge o público. As pessoas choram com a loucura de Giselle. É um balé que não se esquece jamais”, descreve.



Cecília chegou a Joinville quarta-feira, assistiu ao vídeo da primeira apresentação pública dos jovens bailarinos e se impressionou com a desenvoltura do elenco. “Fiquei tocada com o segundo ato”, ressalta. Ela afirmou também que já esperava encontrar um bom trabalho, mas que sempre há algo a acrescentar.



Os próximos dias de ensaio deverão ser puxados aos mais de 80 bailarinos da Cia. Jovem do Bolshoi e alunos que dividirão os holofotes do Centreventos Cau Hansen com os solistas russos Marianna Ryzhkina e Andrey Bolotin, que interpretarão os papéis principais Giselle e Albrecht. Segundo o supervisor-geral do Bolshoi, Pavel Kazarian, a vinda de Cecília aumenta o nível da apresentação marcada para a Noite de Gala de dia 26, às 20 horas.

Por: Rafaela Mazzaro
E-mail:  rafaelamazzaro@an.com.br

sábado, 17 de julho de 2010

Cecília Kerche na Escola Bolshoi 16/07/2010

Pela primeira vez a bailarina Cecília Kerche trabalha como ensaísta convidada da Escola do Teatro Bolshoi. Cecília irá acompanhar os últimos ensaios de “Giselle” antes da apresentação na Noite de Gala do 28º Festival de Dança de Joinville. Apesar de ser conhecida pela sua interpretação como Odete, em o “Lago dos Cisnes”, confessa que “Giselle” é o seu balé predileto.




No primeiro ensaio com os alunos da Escola, Cecília disse que conhece bem a tradição russa com o balé. “Fiquei muito tocada com a excelência do trabalho do corpo de baile. Nós, bailarinos, precisamos sempre nos lapidar mas, neste caso, os ajustes que precisam ser feitos são apenas para melhorar o que já está lindo”. Ela conta que esses primeiros ensaios serão os mais “puxados” para os alunos porque “eu vou falar, provavelmente, o que os professores deles já falam, só que vou falar de um modo diferente e isso exige uma certa adaptação”.



As orientações são recebidas com muita atenção pelos bailarinos, como é o caso de Luiza Yuk, integrante da Cia. Jovem ETBB. Para ela, “Cecília está dando mais arte ao balé, vida para a obra, com certeza são detalhes finais que faltavam para que pudéssemos fazer um grande espetáculo no dia 26 de julho. Ela conversou conosco e disse que todos nós falávamos a mesma língua, a língua do amor à arte e do amor à dança”.



A ensaísta interpretou Giselle pela primeira vez aos 18 anos, considera a obra muito comovente e o segundo ato sublime. “É um balé que fica marcado para o resto da vida. A sensação de abrir a porta da casinha para ver o Albrecht está viva em mim há 30 anos e parece sempre ser a primeira vez”, finaliza.



Fonte: site da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Cecilia Kerche em noite de Gala em Joinville





Cecilia Kerche é ensaísta convidada, do ballet "Giselle" juntoa a Escola de Ballet Bolshoi do Brasil que fará apresentação na noite de Gala no Centraventos às 20:00.
Com a presença de dois bailrinos russos - Marianna Ryzhkina e Dmitry Gudanov.







A Personagem Predileta



Cecília Kerche, ao responder a uma entrevista a respeito do seu ballet sobre qual era o seu preferido, responde com toda segurança: Giselle.

“Minha predileção por “Giselle” está diretamente ligada a dois importantes momentos da minha vida. Dancei Giselle aos 18 anos de idade, antes de me tornar uma bailarina profissional e depois, já no Teatro Municipal, foi a minha estréia como solista”.

Como intérprete,posso dizer que essa personagem requer da bailarina um refinamento interpretativo que começa na criação do personagem.

Giselle é um ballet de grande densidade dramática e complexidade técnica.

A linha mestra dessa personagem é o espectro do sentimento humano universal que é o amor. E é esse sentimento a ação principal do conflito.

Agora, o que compõe esse conflito?

Então passamos por algumas etapas: O lúdico, que é, em princípio, a vida no campo; a poesia lírica, na personalidade de Giselle, uma camponesa de saúde frágil, mas de extrema vitalidade interior.

Em seguida o drama: a felicidade interrompida pelo destino.

Vida e Morte, tendo como símbolo a espada - a ruptura”.

O espectro do amor de Giselle em Cecilia Kerche está intimamente ligado à sua forma de dançar. Giselle e Cecilia possuem um sentimento incondicional no palco da vida. Uma forma de encarar o ballet como uma segunda pele, de certa forma se compagina com a mesma atitude de entrega da sua personagem ao amor de Albrecht. Esse sentimento arrebata a existência de Giselle a ponto de unir-se definitivamente a esse amor.

È uma escolha espiritualizada de compreender os fatos, a sabedoria necessária no discernimento das dificuldades, para responder a esses fatos.

“ Sempre que pensei ser a última vez que pisava no palco, ao término sentia uma força interior muito grande, uma espécie de proteção espiritual que ma fazia continuar...

“... trabalhar com arte é despertar a sensibilidade do outro pelo veículo da emoção. Isso requer amor. Acredito no poder transformador que a arte provoca, e a minha dança é parte disso, pois quando estou no palco é a minha alma quem dança.

Creio que dançar “Giselle”, seja a forma empírica de escutar a mim mesma, pois quando estou no palco é minha alma quem dança”.

O universo místico desse ballet, é o que há de mais fascinante e desafiador para uma Primeira Bailarina. Por que lida com a certeza indecifrável da vida, que vem a ser a morte, a finitude humana material que, aos olhos da arte, representa plenitude e realização.

Cecilia Kerche é o espectro do amor de Giselle na redenção de todos nós, ao compartilharmos da sua capacidade de produzir arte transformadora.

“Giselle representa a pérola do romantismo”.





Wellen Barros














                                                                                                                   





sábado, 20 de fevereiro de 2010

Asociación Arte y Cultura - Workshop de Verano

Asociación ARTE y CULTURA

WORKSHOP de VERANO 2010



8 al 20 de Febrero

Guardia Vieja 3783 (y Bulnes) – Tel: 4866-2671

Mtro. Internacional Invitada: CECILIA KERCHE



El CURSO DE VERANO SERA DICTADO POR LAS MAESTRAS: CECILIA KERCHE y SARA RZESZOTKO



Mtra. KERCHE:

1 Semana:

Media Jornada (11 Cl.) $ 200

Jornada Completa (16 Cl.) $ 300



2 Semanas:

Media Jornada (22 Cl.) $ 350

Jornada Completa (31 Cl) $ 400

Se incluye una clase de repertorio diaria de Lunes a Viernes.

GUARDIA VIEJA 3783 (y Bulnes) - Tel. 4866-2671



Mtra. RZESZOTKO:

1 Semana:

Media Jornada $ 180 (9cl.) – Jornada Completa $ 220 (14 cl)

2 Semanas:

Media Jornada $ 250 (18 cl) – Jornada Completa $ 300 (28 cl)

Se incluyen las clases de Iniciación a las Puntas Lunes – Miércoles y Viernes.

Horarios:

Mañana: 11 a 12.30 hs

Tarde: 14.30 a 16 hs.

Repertorio: 16.15 a 17.15 hs.

Iniciación a las Puntas: 12. 30 a 13.30 hs.

SARA RZESZOTKO: Martes y Jueves 19 a 20.30 hs.



Prof. ALICIA MUÑOZ:

II Jornadas de Actualización Docente: ($80 cada nivel)

I Nivel: Viernes 12 de Feb de 10 a 13 hs. (Clase Teórica) y de 18 a 21 hs. (Clase Práctica)

II Nivel: Sábado 13 de Feb. de 10 a 13 hs (Clase Teórica) y de 15 a 18 hs. (Clase Práctica)






terça-feira, 15 de setembro de 2009

Templo sagrado da Música


Em dois momentos distintos do meu ofício em:  "A Criação" e "O Quebra Nozes".
Essa é a minha forma pessoal de escrever cem anos de história.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O Cisne Ferido

Imagem da vidência inconsciente, num simples gesto onde amor e ódio se confundem num tema de paixão.
Alegria e sofrimento numa só vida desenham, um mar de sentimento sem sujeito pura emoção.
Pra onde voam os caminhos traçados e esguios de valentia e determinação?
Paciência no esperar,paciência no pensar, paciência no agir, paciência até pra chorar...
Eu quero. Eu busco. Eu vou, mas volto...
Sou forte. Posso suportar.
Não!Nada disso... posso até me modificar!
Mas aqui dentro arde uma dor que me corrói até sangrar.
E me olho e me admiro, me vejo


Olho pro lado, não vejo e nem escuto. Outro lado também, não.
O que aconteceu?Todos ensurdeceram, menos eu?
É preciso reagir, sim, é preciso construir, mas posso e devo tentar?
Ah! Como eu desejo renovar,mas espera! Ouve!
Me recolho,me aprisiono, num voo raso de socorro, me espalho...
E então reviver, renascer,me recontar...


Wellen de Barros

sábado, 15 de agosto de 2009

Cecilia Kerche em Joinville


Joinville ainda respira a presença sempre tão aguardada de sua maior estrela internacional do ballet - Cecilia Kerche. Que mais uma vez, compõe a banca de jurados do Festival internacional de Dança de Joinville, considerado o Festival mais importante do gênero.
É inevitável para a elegância clássica do ballet - como é conhecida, não ser questionada por sua performance especialmente no ballet " O Lago dos Cisnes" realizado em Julho passado,que deixou marcas definitivas pelo modo peculiar de interpretar duas personagens ambíguas como Odette/Odile.

Foram momentos de grande alegria e emoção que o público desfrutou ao lado de sua ídola, sempre solícita as milhares de fotografias e assinaturas. Era importante chegar perto do ícone da dança.

Como se constrói uma carreira internacional? O que de fato faz a diferença num gesto? Como expressar um sentimento na medida exata do compositor seguindo a criação de um coreógrafo?

Uma partitura musical visível, no desenho coreográfico onde linhas melódicas seguem uma dinâmica própria. O corpo produz a música. É esse difenrencial na arte da intérprete Cecilia Kerche, que desperta o fascínio entre realidade e ficção.








Talvez a história pessoal dessa intérprete, possa começar pelo prórpio simbolismo "intrigante" do seu compositor preferido - Tchaikovsky. Um temperamento russo, num modo de dançar que ultrapassa técnica. O ballet de Cecilia Kerche é único, porque é um novo idioma na tradiconal liguagem da dança, num modelo instransponível de entendimento entre compositor e intérprete.
O que existe de tão semelhante entre Odette/Odile nessa visão de compositor e intérprete?
Cecilia Kerche - o arquétipo do cisne.
Quem sabe, aí esteja uma proposta num conto de fadas entre intérprete e público.


Aguardemos... o próximo ato.

Wellen de Barros

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Festival de Dança | 20/07/2009 | 14h06min

Cecília Kerche: "eu já sabia que seria bailarina"

Bailarina participou de chat com os internautas nesta segunda

Por 40 minutos a bailarina Cecília Kerche participou de um chat com os internautas nesta segunda-feira. Ela contou que come de tudo, que já aconteceu algo bizarro no palco enquanto se apresentava e da emoção que é subir no palco.

Durante o bate-papo, Cecília revelou que já sabia que seria bailarina.

— Com 15 anos me determinei que seria bailarina do theatro mais importante do meu País e que até meus 25 anos seria bailarina principal deste theatro e assim foi. Já sabia o que queria — disse.

A internauta Fran aproveitou para perguntar qual a bailarina que ela admira e Cecília respondeu Natalia Makarova.

— Tem outras também, mas acho que a Makarova é uma boa representante do que significa se transformar no palco.

Cecília aproveitou para dar um recado para as crianças.

— É só um ponto de vista, não um conselho: na vida há dois grupos de pessoas, os que querem só os loros do trabalho e os que querem trabalhar para colher estes loros. Eu escolhi o segundo grupo, porque tem menos concorrência — completa.

Cecília já participou de 14 festivais, contando com a apresentação integral dos quatro atos intensos de "O Lago dos Cisnes", pelo Ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, no ano passado. Uma noite das mais glamourosas para a história do festival e que contou também com a presença de Ana Botafogo, que fez questão de prestigiar sua colega e a sua companhia.

Curiosamente, foi com "O Lago dos Cisnes", mais precisamente o segundo ato, que Cecília estreou no festival, em 1989. A apresentação foi na Sociedade Harmonia-Lyra, primeiro palco a sediar o evento. Odette, a personagem principal de "O Lago dos Cisnes", é um dos mais marcantes de sua carreira.

AN.COM.BRo.



domingo, 17 de maio de 2009

Uma forma de pensar

Sempre que me perguntam o significado de ser uma primeira bailarina de carreira internacional apesar de ter esolhido permanecer no Brasil, penso que fui agraciada pela forma como sempre me dediquei a minha profissão. Isso me fez refletir ainda mais sobre a consequência de levar o nome do meu Pais para outra cultura. Sim porque sou brasileira e quando me apresento em palcos estrangeiros reflito no modo que atuo como cidadã formadora e opinião.
Para mim representa muita resposnabilidade, a medida que o público que me acompanha é muito variado. Obviamente sem nenhuma pretensão, mas suponho que esse público não apenas me acompanhe somente pela plástica o ballet. Sinto-me de certa forma responsável pelo veículo de informação que chega até esse público através de minha arte.
Como formadora de opinião não devo me esquivar do verdadeiro papel do artista que é o de fazer pensar para então transformar.



Escolhi permanecer no Brasil, por acreditar que conseguiria construir uma carreira com identidade, porque apesar de toda dificuldade que se tem no País, aqui sou reconhecida, aqui sou respeitada e fiz o caminho contrário. Não fui estudar fora e depois voltei para o Brasil. Estudei aqui e depois fui dançar fora, mas como convidada.


Faço esse comentário, justamente para sinalizar para os estudantes de ballet, que não pensem que apenas no exterior existem bons professores!!! Aliás, isso é um pouco estigmatizado na arte erudita. Um Pais se faz da sua memória e da sua arte, uma complementa a outra. O que é visto hoje, somente é possível porque alguém construiu ontem, isso chama-se tradição. Portanto, é necessário despertar o jovem para realidade e esa realidade não é algom distante, mas quando refiro-me a realidade refiro-me a disciplina de estudo, ao bom hábito da leitura, enfim a uma educação informativa e consequentemente formativa.






" Na vida existem dois tipos de grupos: Há os que somente querem colher os louros e os que trabalham. Escolha o segundo grupo, pois há menos concorrência".

CecilIa kerche















terça-feira, 3 de março de 2009

A Personagem Predileta

O modo de sentir espiritualizado de Giselle, identifica-se com a sensibilidade da intérprete em sua personagem predileta.
O ballet Giselle contribuiu de forma definitiva para a história do ballet. Cecília Kerche,como parte integrante da história do Theatro Municipal do Rio de Janeiro contribui como um marco na arte do ballet,sendo a primeira bailarina no centenário deste Theatro.E isto somado ao título de Embaixatriz da Dança, por sua atuação nos principais Teatros internacionais.
“Além de toda responsabilidade que esse cargo impõe a uma Primeira Bailarina, particularmente penso que ser uma primeira bailarina é estar atenta às necessidades do seu corpo de Baile. Ser solidária a esse corpo de baile nas mais diversas situações, isso para mim também faz parte da minha função como primeira bailarina”.
Sua fama cruzou fronteiras de modo muito precoce, pois o mundo queria ver de perto essa brasileira de “coração eslavo” – como diria seu compositor favorito Tchaikovski, que tem marca inconfundível na arte dessa bailarina, porque poucas intérpretes entenderam de forma tão íntegra o saber transmitir o interior desse compositor russo.
“Penso que no ano em que completo 26 anos de profissão como primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro ao falar dos inúmeros personagens que já vivenciei nesse palco, “Giselle” ocupa um lugar especial no meu coração. Não apenas por motivos pessoais de grandes e boas lembranças, mas pela força de sua personalidade. O amor que tenho pela dança e pelo Theatro Municipal equivalem à dedicação e entrega que Giselle é capaz de fazer para viver seu amor por Albrecht, e foi assim que sempre vivi para o ballet. Uma dedicação diária de estudo e descobertas que me fizeram perceber a grandeza da arte no ser humano, seus meandros, o quanto se deve e pode servir com arte no sentido pleno da palavra. O amor que tenho pelo Theatro é igual ao meu amor pela dança, por isso nesse centenário de 14 de Julho devemos como artistas refletir sobre o verdadeiro sentido de se fazer parte dessa casa
Quanto já celebramos? Quantos aplausos recebidos? Quantas histórias vividas?
Minha predileção por “Giselle” é seu desprendimento e modo de amar incondicional, pois acredito nesse amor que a arte provoca nas pessoas. Acredito no poder que a arte tem de fazer nascer novamente, transcender, transformar. Só a arte consegue essa mudança porque nos faz sair de nós mesmos.
Se você me perguntar o que sinto quando danço, não saberia responder- apenas percebo que é minha alma quem dança.Daí essa personagem tão misteriosa e ao mesmo tempo tão simples, como uma florzinha do campo. Cada vez que me preparo para viver esse papel aprendo um pouco mais. Creio que dançar “Giselle” seja a forma empírica de escutar a mim mesma, pois a mudança vem de dentro para fora. É preciso olhar para dentro se queremos enxergar o que está em volta.
Celebrar o aniversário do Theatro Municipal é um motivo de grande emoção para quem um dia se determinou a ser a primeira bailarina do Theatro mais importante do seu País. Também por fazer parte de um local por onde passaram as mais diferentes e importantes personalidades do mundo da dança.
Olhar para esses vitrais e ver minha história reluzir neles através do reconhecimento do público, isso é muito gratificante.”
Cecilia é Giselle na sua autenticidade e intensidade de encarar os fatos da vida.O poder transfigurador da arte conquista o interior individual e transforma-se em memória; assim sendo, para seu público, o ballet se define - antes e depois de Cecília Kerche.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Um pouco da minha história contada através dos meus personagens

Libreto Onegin
A história de “Eugene Onegin”, é uma proposta de reencontro personagem/ intérprete, alternados entre vida real e ficção, em que o personagem principal é o próprio compositor.
Tchaikovski faz do Palco sua sala de estar e encontra na interpretação de Cecília Kerche uma espécie de confissão musical da alma.
Estabelece-se um diálogo entre compositor e intérprete, em que Tchaikovski transmite à Cecília uma cumplicidade de entendimento, nas ações e sentimentos. Não é mais ele quem conta a sua história, mas a sensibilidade de Cecília Kerche transformada em arte, torna visível “ouvir” a música de Tchaikovski através de seus gestos e movimentos.
“Eugene Onegin”, pode ser considerado um dos mais belos momentos de inspiração na criatividade do compositor Ilich Piotr Tchaikovski, que retrata uma realidade particular, porém de forte identificação pessoal ao espectador.
O paradoxo entre a ingenuidade sentimental e a arrogância frívola dá à obra um conteúdo essencialmente dramático.
Ao ler o poema de Alexander Pushkin - ilustre poeta russo do final do séc.XVIII, antecipando o romantismo do séc.XIX, Tchaikovski provoca um movimento linear das atitudes identificando-se com a aparente fragilidade da personagem Tatiana, trazendo para sua realidade todo universo de uma vida de sentimentos nobres, envolvidos em valores.
A temática do drama de Pushkin, propõe à humanidade, uma reflexão sobre sentimento e ressentimento, egoísmo e generosidade, destino e fatalidade.
Diferentemente do romance de Pushkin, no cotidiano de Cecília Kerche, não há espaço para ressentimento, devido à uma generosidade espontânea de enfrentar as dificuldades que a vida apresenta.
Há muito que fazer, não estamos aqui para desperdiçar e sim para aprender, ensinar e de cada experiência boa ou ruim é possível tirar uma lição.
“Eugene Onegin” por ser uma obra do sentimento, proporciona a Cecília um modo muito particular de trazer a público esse universo tão pessoal de Tchaikovski, em que todo pensamento se faz acompanhar de um sentimento.
Uma disciplina diária de exercícios cuidadosamente orientados por seu mestre e marido – Pedro Krazszsuck. Uma história de amor na vida real que ultrapassa a ficção, na solidez de uma vida a dois iniciada pela sedução da arte de ambos. A sala de aula, entre uma barra e outra, a solitária descoberta íntima da bailarina, uma paulistana de coração carioca.
Não muito distante de sua personagem Tatiana entretida por seus livros e histórias, desperta para um mundo pessoal individual. É a solidão que a natureza na sua sabedoria requer, para dar vazão a liberdade tão criativa; a integração entre o eu humano e sua transcendência.
Tatiana é o desdobramento poético da personalidade de Cecília Kerche em sua máxima efusão dramática na liberdade de expressão da própria intérprete, que corresponde a essa “exigência” de entrega para compor sua personagem. Tatiana em sua juventude pueril, antecipa uma maturidade da jovem estudante que um dia decidiu ser a primeira bailarina do Teatro mais importante do seu país.
Alicerçada pela sólida formação familiar que recebeu, Cecília, assim como Tatiana na paisagem de sua fazenda não se deixa absorver por meros caprichos de sua irmã Olga. Existe em Tatiana uma objetividade sutil em seu modo de agir cotidianamente.
A jovem bailarina, sempre muita atenta às obrigações escolares e familiares, sendo a mais velha de três irmãos, tem sua vocação já definida enquanto acompanhava sua irmã nas aulas de ballet .
Não importava se a preocupação inicial de seus pais, bons educadores, exigisse um pouco mais da menina de temperamento dócil mas de personalidade determinante. Era uma rotina de sacrifício e muito aprendizado, pois para a família Kerche, os valores morais e éticos serviam de “motivo condutor” para toda vida.
Uma realidade passada de pais para filhos na aceitação dos percalços da vida, não de modo passivo e resignado, mas na busca do entendimento da própria existência, posteriormente aplicado ao limiar da auto-superação, nos desafios físicos/ emocionais vividos na arte do ballet.
Tatiana pode ser considerada a personagem de maior emoção interpretada por Cecília, devido à sua forte identificação com o teor dramático, teatral e romântico que esta personagem exige.
Apesar da responsabilidade inerente à sua privilegiada condição física ideal, reconhecida mundialmente para se ter uma carreira de sucesso e almejada por toda bailarina, essa identificação Tatiana / Cecília, torna-se para o público, uma conseqüência natural, mediante o verdadeiro motivo que conduz sua vida profissional e pessoal – o amor ao próximo.
O título de Embaixatriz da Dança ratifica as atitudes de Cecília em seu ambiente de trabalho, pois existem dois fatores preponderantes em sua atuação. O primeiro é sua visão de troca de emoção entre seu partner - ou seja , para que se chegue ao que o compositor e o coreógrafo desejam naquela obra que se está dançando é necessário uma total entrega, uma doação de parte a parte em cena, para que se possa responder ao personagem. O Poder transformador no palco requer despojamento e generosidade.
O coreógrafo John Cranko (natural da África do Sul – Ruatenburg, nascido em 1927 e falecido em 1973) cria para o ballet de Stuttgart – Onegin, que estreou no Brasil em 1979.
Em 2003 esta peça entrou para o repertório da Companhia de ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com reapresentação em 2004 e em 2006.
Onegin é um ballet de grande força teatral, pelas linhas e desenhos coreográficos comoventes na sua comunicação. Um drama de sentimento.
Tatiana ao olhar-se no espelho vê a imagem de Cecília Kerche - seu desdobramento de alma e sentimento - uma imagem nítida do poder transformador da arte que faz com que o espectador se identifique fortemente com uma realidade contada em forma de ficção.
Cecília Kerche nesse momento empresta à sua personagem toda experiência de viver uma grande paixão. Repete a atitude de Tatiana e ao invés de ver sua imagem, depara-se com a imagem de Onegin que vem ao seu encontro.
É a sombra na alma de Tchaikovski, que não encontra mais sentido na própria realidade e perde sua referência. É a luta pessoal do homem para dominar seu próprio destino.

Tchaikovski confidencia para Cecília no personagem Onegin, o seu momento de desânimo e grande decepção com a própria vida. A impotência para dominar sua insensatez, sua dependência em querer suportar o insuportável.
Onegin sente-se ferido e revida toda sensibilidade de Tatiana, hostilizando seus sentimentos e faz questão de se auto-afirmar, despedaçando todos os sonhos e sentimentos mais nobres externados em papel, nas linhas através da carta onde Tatiana bravamente narra seu sentimento por ele.
Tatiana recebe a rejeição de seus sentimentos como uma dor insuportável, quase física. É impossível acreditar que um homem tão importante e de certo prestígio como Onegin possa reagir a sentimentos tão nobres, com tanta sordidez e desprezo!
O desfecho da história criada por Tchaikovski, é a pergunta que muitos de nós poderíamos formular – É o homem o dono do seu próprio destino?
Porém não é o desfecho da vida de um homem que tem tanto para contar e ensinar a humanidade.
Em Cecília Kerche e Tchaikovski há um encontro de almas que com o passar do tempo seremos capazes de descobrir através de seus personagens. Vida e obra de compositor e intérprete vão compondo um grande “pas des deux”.
Cecília é adversa a qualquer tipo de comportamento mesquinho, que fira seus princípios e a injustiça a machuca profundamente.
Na verdade, Cecília tem uma carreira impecável referente à sua atuação, mas vale dizer que sua impecabilidade se mantém presente na habilidade imperceptível de colaborar para o sucesso alheio. Ela diz que o Sol brilha para todos!
Não lhe importa estar na mídia, porque o sentimento e a consciência que a motivam a dançar não se resumem numa ocasião, num determinado personagem, mas Cecília ao longo do tempo vem descobrindo que a sua carreira é um verdadeiro serviço ao ser humano. Como algo confiado desde sempre à sua condição de criatura humana. Ela é alguém que compreende a divindade de ser artista e por isso sabe que é preciso deixar que a arte realize seus propósitos através dela.


Biografia de Cecilia kerche - publicada no site www.portaldafamilia.org.br

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Cecilia Kerche

Na certeza da renovaçâo dos valores essenciais a humanidade.
Sempre na trilha da esperança
pois essa não decepciona.




Boas Festas!

2008/2009

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Artigos Publicados- Danza en Espagñol

BALLET DEL TEATRO MUNICIPAL DE RÍO DE JANEIROKerche: Corazón eslavo
Por Wellen de Barros (Brasil)Traducción: Mario Enrique Ceretti

Kerche, maneja una exquisita sensibilidad estética en una excelente interpretación de Tatiana. Fotos: Mario Veloso. Gentileza de Cecilia Kerche.

El final de la temporada tuvo como estrella a Cecilia Kerche en el protagónico de “Onegin”, sobre la novela de Aleksander Pushkin. El célebre ballet de John Cranko y una excelente actuación de la compañía.
El principal grupo de danza de Brasil, la compañía de Ballet del Teatro Municipal de Río de Janeiro, cerró la temporada 2003, orgullosa de su máximo patrimonio cultural: sus integrantes. Encarnar a Tatiana, la protagonista de "Eugene Onegin" de Aleksander Pushkin –uno de los más importantes escritores rusos del siglo XIX–, constituye un merecido gran homenaje para una estrella del ballet brasileño de proyección internacional como Cecilia Kerche.
La obra propone a la humanidad una reflexión sobre el sentimiento y el resentimiento, el egoísmo y la generosidad, la fatalidad y el destino. La temática de este drama se apoya en la imposibilidad de escapar de un destino adverso, en las dificultades para alcanzar la felicidad y en la ambigüedad de las relaciones sentimentales entre personas destinadas al sufrimiento.
La tragedia de Tatiana se asemeja al destino cruel y fatal del propio Tchaicovski, marcados ambos por una vida en la que impera la nostalgia de una "felicidad imposible". Así, Tatiana es el espejo en el que se refleja y reconoce el compositor.
Cecilia Kerche, con su perfil de bailarina rusa, considerada por Natalia Makarova como la mejor Odile-Odette del mundo, es hoy parte de la sólida tradición del Teatro Municipal de Río de Janeiro. En las representaciones de "Onegin", no sólo la actuación de la principal protagonista fue emocionante, sino que también merecieron el nutrido aplauso del público el joven y talentoso Bruno Rocha como Lansky y Cristiane Quintan como Olga. Francisco Timbó, en el papel de Onegin, fue un ejemplo de entrega y comprensión del personaje.
Una intervención particularmente feliz fue la de Carlos Cabral como el príncipe Gremin, el noble verdadero que protege a la diva, en el pas-de-deux del tercer acto: ¡Una belleza!
El cuerpo de baile, en diagonales perfectas, ennobleció el espectáculo, con su impecable actuación. Por su parte, Cecilia Kerche revive, con su elegancia clásica, el personaje más amado por Tchaicovski. Su interpretación de Tatiana es conmovedora, de honda compenetración y su aparición al comienzo del primer acto recrea la atmósfera temperamental rusa de su personaje. En el monólogo de la carta, momento clave de este ballet, esta brasileña de corazón eslavo transmite magistralmente, a través del sueño del personaje, lo que Rudolf von Laban llamó "movimiento-pensamiento-sentimiento".
La expectativa de Tatiana en relación con el amor de Onegin, la exaltación y la melancolía, son vividas no sólo en el diseño del personaje sino también en lo que ocurre en el alma de Tchaicovski. Cecilia Kerche es naturalmente fiel a la concepción coreográfica de John Cranko, sin que se pierda el envolvente romanticismo de la música de Tchaicovski.
En el tercer acto, en el cual Tatiana revive el pasado y renuncia al futuro, constituye la culminación de la madurez de una intérprete que actualiza la fatalidad. Kerche, bailarina profundamente comprometida con su arte, maneja una exquisita sensibilidad estética que orienta su interpretación. Así, traduce magníficamente la soledad sublimada en la vida real, el amor eterno como ficción, tal como se expresan en el destino dramático de Tatiana.
Exaltación y melancolía son vividas en diferentes escenas de una obra que habla de las contradicciones del alma.

Wellen de Barros
Educada en un ambiente donde la danza y la música la acompañaron desde siempre. Estudió piano y armonía en el Conservatorio de Música carioca, e interpretación operística, historia de la ópera, historia de la música y canto lírico en Río de Janeiro. Actualmente, además de pertenecer al elenco lírico del Teatro Municipal de Río de Janeiro, es profesora en el Conservatorio de Música, donde desarrolla un proyecto de apreciación musical junto a estudiantes y universitarios. Es investigadora de danza y música, y escribe artículos para el Teatro Municipal sobre ópera, música sinfónica y ballet. Su interés por la danza la llevó a crear un proyecto de estudio e investigación sobre el arte del ballet y del canto.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Festival de Dança do triângulo Mineiro


Vitor Luiz e Cecília Kerche abrem oficialmente o Festival de Dança do Triângulo 2008
Os bailarinos Cecília Kerche e Vitor Luiz, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro abrem nesta quarta-feira, dia 5, às 20h, na Arena Multiuso Tancredo Neves, a programação oficial de espetáculos do Festival de Dança do Triângulo, encenando a obra o Grand Pas de Deux do Ballet Romeu e Julieta.Segundo a bailarina Cecília Kerche, manter um festival de dança desse porte por 20 anos é motivo de satisfação para os organizadores. “Essa atitude vem mostrar a resistência de se realizar ano a ano o Festival com notoriedades de bailarinos da cidade e de outros estados. O País é muito grande e trazer artistas de leste a oeste, de norte a sul do Brasil para Uberlândia é uma forma de intercambiar a dança. Aqui tem uma agenda, uma história, por isso acrescentará muito para o currículo do Festival”, afirma.Vitor Luiz afirmou que a mesma obra que dançarão hoje foi apresentada há uma semana nos Estados Unidos. “Isso é muito importante para que a arte se globalize, uma vez que nem todos podem ter acesso à apresentação de Romeu e Julieta em outro local, então trazemos um trecho, que é o ponto mais alto do balé”. Ele disse ainda que é muito importante para Uberlândia conseguir manter esse Festival por tanto tempo, já que isso é uma tarefa difícil, pois falta incentivo. “Imagina quantas pessoas poderão assistir a um espetáculo bonito e querer dançar. Quantas vidas serão mudadas por conta de um dia como esses?” indagou.Também se apresenta na noite desta quarta-feira a Cia. de Ballet da Cidade de Niterói, com os espetáculos “Choros e Valsas”, de Rodrigo Negri, "Três Concertos" e “Pas de Deux do Ballet Variações Enigma”, ambos de Rodrigo Pederneiras.
ESPECIAL


Trecho da apresentação de Cecília Kerche e Vitor Luiz - Imagens Pedro Reis - Farol Comunitário

Cecília Kerche e Vitor Luiz - Foto: Pedro Reis - Farol Comunitário

Material jornalístico protegido por direitos autorais - Proibido reproduzir sem autorização expressa dos detentores dos direitos

sábado, 8 de novembro de 2008

Festival de Dança

Abertura Oficial do Festival de Dança do Triângulo acontece nesta quarta-feira Bailarinos do Rio de Janeiro apresentam a obra o Grand Pas de Deux do Ballet Romeu e Julieta Foto: Bailarina Cecília Kerche do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Os bailarinos Cecília Kerche e Vitor Luiz, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, abrem nesta quarta-feira, dia 5, às 20h, na Arena Multiuso Tancredo Neves, a programação oficial de espetáculos do Festival de Dança do Triângulo, encenando a obra o Grand Pas de Deux do Ballet Romeu e Julieta.Segundo a bailarina Cecília Kerche, manter um festival de dança desse porte por 20 anos é motivo de satisfação para os organizadores. “Essa atitude vem mostrar a resistência de se realizar ano a ano o Festival com notoriedades de bailarinos da cidade e de outros estados. O País é muito grande e trazer artistas de leste a oeste, de norte a sul do Brasil para Uberlândia é uma forma de intercambiar a dança. Aqui tem uma agenda, uma história, por isso acrescentará muito para o currículo do Festival”, afirma.Vitor Luiz afirmou que a mesma obra que dançarão hoje foi apresentada há uma semana nos Estados Unidos. “Isso é muito importante para que a arte se globalize, uma vez que nem todos podem ter acesso à apresentação de Romeu e Julieta em outro local, então trazemos um trecho, que é o ponto mais alto do balé”. Ele disse ainda que é muito importante para Uberlândia conseguir manter esse Festival por tanto tempo, já que isso é uma tarefa difícil, pois falta incentivo. “Imagina quantas pessoas poderão assistir a um espetáculo bonito e querer dançar. Quantas vidas serão mudadas por conta de um dia como esses?” indagou.Também se apresenta na noite desta quarta-feira a Cia. de Ballet da Cidade de Niterói, com os espetáculos “Choros e Valsas”, de Rodrigo Negri, "Três Concertos" e “Pas de Deux do Ballet Variações Enigma”, ambos de Rodrigo Pederneiras.

domingo, 12 de outubro de 2008

Connecticut Ballet presents 'Romeo & Juliet'



Connecticut Ballet opens its 27th season with its third annual Bushnell appearance on October 25th at 7:30pm and October 26th at 2:00pm at the Belding Theater, 166 Capitol Avenue, Hartford, presenting a new full-length production of ‘Romeo & Juliet,’ choreographed by Artistic Director Brett Raphael to the famous score by Sergei Prokofiev. The production features the full professional company and guest stars Cecilia Kerche and Victor Luiz from Teatro Municipal of Rio de Janeiro. For further info, visit http://www.connecticutballet.com/.
Location: Maxwell and Ruth Belding Theater
Ticket Prices: $30.50-$47.50
Ticket Information: Tickets on sale now. For groups of 20 or more, please contact Kimberly Levesque at the Connecticut Ballet at (860) 293-1039 .
Event Status: Open

Connecticut Ballet presents 'Romeo & Juliet'

Home > Event Calendar > return to Event Calendar.

Connecticut Ballet presents 'Romeo & Juliet'
Connecticut Ballet opens its 27th season with its third annual Bushnell appearance on October 25th at 7:30pm and October 26th at 2:00pm at the Belding Theater, 166 Capitol Avenue, Hartford, presenting a new full-length production of ‘Romeo & Juliet,’ choreographed by Artistic Director Brett Raphael to the famous score by Sergei Prokofiev. The production features the full professional company and guest stars Cecilia Kerche and Victor Luiz from Teatro Municipal of Rio de Janeiro. For further info, visit
www.connecticutballet.com.
Location: Maxwell and Ruth Belding Theater
Ticket Prices: $30.50-$47.50
Ticket Information: Tickets on sale now. For groups of 20 or more, please contact Kimberly Levesque at the Connecticut Ballet at (860) 293-1039 .

DATE: 10/25/2008
TIME: 7:30PM
STATUS: Open

Fr Orch
Rear Orch
Fr Mezz
Rear Mezz
$47.50
$47.50
$47.50
$30.50
DATE: 10/26/2008
TIME: 2:00PM
STATUS: Open

Fr Orch
Rear Orch
Fr Mezz
Rear Mezz
$47.50
$47.50
$47.50
$30.50
Home
About the Bushnell
News & Media
Contact

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A escrava e o mercador - recentemente em Miami



                                                                         Cecilia kerche e Vítor Luiz

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Seletiva do Youth America Grand Prix acontece em Indaiatuba

Bailarinos disputam vaga para concurso que oferece bolsas
nas melhores escolas dos Estados Unidos e Europa

Os principais talentos da dança brasileira, vindos de diversas partes do país, se encontram, este mês, em Indaiatuba, na única etapa nacional do Youth America Grand Prix, o mais respeitado concurso internacional de dança que oferece bolsas nas melhores escolas da Europa e dos Estados Unidos. A seletiva conta com a participação de grandes nomes da dança mundial ministrando cursos e compondo o júri.
Realizada pelo Instituto Passo de Arte, em parceria com a secretaria de Cultura de Indaiatuba, a seletiva acontece durante o Setembro em Dança, nos dias 26, 27 e 28, no palco da sala Acrísio de Camargo, que fica no Centro Integrado de apoio à Educação de Indaiatuba (Ciaei).
Para compor o júri foram convidados profissionais renomados do meio, como o brasileiro radicado em Nova Iorque, Carlos dos Santos Junior, que atualmente ministra aulas na The Ailey School; a professora Tara Mitton Catão, que atualmente ministra aulas no The Harid Conservatory da Florida; a maitre do Balé de São Paulo, Ady Addor; e também pela bailarina Lina Lapertosa, que integra a Cia. do Palácio das Artes de Minas Gerais.
A organização teve a mesma preocupação ao escolher os profissionais que ministrarão os cursos aos participantes durante o evento, por isso, convidou as maitres Toshie Kobayashi, que foi vencedora dos concursos de Varna e YAGP, e Ilara Lopes, examinadora do Royal Academy of Dance.
As apresentações têm início na sexta-feira, dia 26, a partir das 18h, com os solos livre e contemporâneo. No sábado, dia 27, a abertura ficará a cargo dos primeiros bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cecília Kerche e Vitor Luis, no Grand Pas de Deux La Sylphide, que será apresentado pela primeira vez no Brasil, seguido pelas variações de repertório. No domingo, dia 28, às 16h, acontecem apresentações de Pas de Deux, Duo, Trio e Conjuntos. Os 10 conjuntos e 25 solistas que forem selecionados representarão o Brasil na fase final do concurso, realizada em Nova Iorque, em abril do próximo ano, e que conta com candidatos do mundo todo, que concorrerão a bolsas de estudo em escolas como Canada's National Ballet School, New Zealand School of Dance, The Ailey School, The Harid Conservatory, Paris Opera Ballet School e Royal Ballet School.
Na sexta-feira a entrada é gratuita. Já o ingresso tanto para sábado quanto para domingo custa R$ 30 inteiro e R$ 15 meio. Mais informações pelos telefones (19) 3825-2056 e (11) 4979-5709 ou acesse os sites http://www.passodearte.com.br/ ou http://www.yagp.org/.

CONCURSO O Youth America Grand Prix é um concurso de dança internacional de grande representatividade no panorama mundial. O evento acontece anualmente há 10 anos em Nova Iorque; o Brasil vem participando há cinco e, nos últimos quatro anos o Instituto Passo de Arte assumiu a exclusividade das seleções dos candidatos brasileiros, oferecendo uma seletiva que segue o mesmo estilo do concurso americano, com avaliação em salas de aulas e a participação de representantes internacionais do concurso. Esta será a primeira vez que o município de Indaiatuba sedia o concurso que realiza sonhos e democratiza oportunidades a jovens talentos de todas as classes e regiões do país.
Fundada em 1999 por dois bailarinos do Balé Bolshoi, Larissa e Gennadi Saveliev, a organização educacional, responsável pela realização do Youth America Grand Prix, ajuda jovens e talentosos bailarinos a conquistarem bolsas de estudos e contratos profissionais nas mais importantes escolas e Cias. de Dança do mundo. “Por seus programas e atividades, o YAGP serve como a ‘internet’ do mundo da dança, formando uma rede global de oportunidades a jovens bailarinos”, comenta William Romão Costa, diretor do Instituto.
Em 2005, a Unesco reconheceu a contribuição do YAGP à educação internacional de dança com o credenciamento no prestigioso Conseil Internacional de La Danse da Unesco.
A parceria do YAGP com o Instituto possibilitou, ao longo destes anos, viabilizar bolsas de estudos e contratos para mais de 50 jovens brasileiros que atualmente estudam e trabalham nas mais prestigiadas escolas e Cias. de Dança do mundo.

SERVIÇO

Apresentação dos solos livre e contemporâneo
Data: 26/09
Horário:18h
Local: Ciaei
Entrada gratuita.

Abertura: Cecília Kerche e Vitor Luis
Apresentações das variações de repertório
Data: 27/09
Horário:18h
Local: Ciaei - Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3.665
Ingressos: R$ 30 (inteiro) e R$ 15 (meio)

Apresentação de Pas de Deux, Duo, Trio e Conjuntos
Data: 28/09
Horário:16h
Local: Ciaei - Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3.665
Ingressos: R$ 30 (inteiro) e R$ 15 (meio)


Informações para a Imprensa
Samanta De Martino
fabricadanoticia@uol.com.br

segunda-feira, 15 de setembro de 2008


September 10, 2008
Issue # 68
A Sensational SeasonWorld-class entertainment highlights the arts in South Florida
By Mary Damiano

Cecilia Kerche of Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janiero, Brazil, one of the dancers performing in South Florida for the International Ballet Festival of Miami
The world’s longest film festival, one of the world’s largest art fairs, a convergence of dancers from around the globe, world premiere plays, world class opera stars kick off the 2008/2009 arts season in South Florida.
South Florida does the arts in a big way. Everything has to be the biggest, the longest, the first, the best, the brightest. And as arts lovers, we all win.
Below you’ll find highlights of the upcoming arts season, concentrating on the fall and winter offerings. This is by no means a complete list—that would fill the whole issue. It’s meant as a glimpse of all the incredible things to do in the upcoming months. So get your fingers ready to hit the websites, mark your calendars and gear up for what promises to be a very hot season.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

XIII International Ballet Festival of Miami 2008

CONSIDERED THE MOST SUCCESSFULL BALLET FESTIVAL IN THE UNITED STATES FEATURING WORLD-WIDE PRESTIGIOUS BALLET COMPANIES REPRESENTED BY THEIR GREATEST STARS.August 29 - September 14, 2008Miami - Coral Gables - West Palm Beach - Miami Beach
Over the past Thirteen years the International Ballet Festival of Miami (IBFM) has brought to the stage hundreds of talented principal dancers representing the best companies from around the world. IBFM offers the community a unique chance to share in a celebration of dance, creating a buzz and generating excitement for our dedicated audiences of over 10,000 and students of dance, the future bearers of the torch. Under the resilient direction of Pedro Pablo Peña and his unwavering right-hand man Eriberto Jimenez, Director Assistant, the Festival has become a Fall staple on the South Florida dance calendar with six spectacular performances at four theaters in three cities. Collateral activities include Dance Films, official IBFM poster unveiling a fine arts competition inspired by the dance and dancing in the street at the Ardex Gallery, workshops, master classes and the presentation of the Lifetime Achievement Award presented at the Grand Classical Gala of the Stars to be presented this year Roland Petit. The IBFM’s continuing success is a testament to the genuine need our community has for an event of this magnitude, one forged and nourished in the very diversity and multiplicity that defines our city.Now in its 13th season, the International Ballet Festival of Miami is recognized as one of the most acclaimed ballet festivals in the world, earning founder and artistic director Pedro Pablo Peña critical acclaim, including praise from Florida’s Governor and the Key to the City of Miami.XIII International Ballet Festival of Miami 2008 U.S.A, considered the most successful Ballet Festival in the United States, featuring world-wide Prestigious ballet companies represented by their greatest stars- One performance only. www.kravis.org
Miami Hispanic Ballet & American Airlines PresentsXIII International Ballet Festival of MiamiDirector Pedro Pablo Peña Cecilia Kerche and Vitor Luiz, Brazil - Swan lakeInternational companies participating:StaatsBallett Berlin, GermanyStuttgart Ballet International Guest Artists, GermanySlovene National Ballet, SloveniaThe Royal Ballet, EnglandParis Opera Ballet, FranceFlorence Opera Ballet, ItalyNacho Duato Compañia Nacional de Danza, SpainBallet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, BrazilRoyal Winnipeg Ballet, CanadaNational companies participating:San Francisco Ballet, USAHouston Ballet, USACuban Classical Ballet of Miami, USAVanessa Lawson y Jaime Vargas - Royal Winnipeg BalletKravis Center for the Performing Art701 Okeechobee Boulevard, West Palm Beach, Florida - Friday, Sept. 12 at 8:00 p.m.en Danza BalletFestival Internacional de Ballet de Miami - Programación 2008Pro-Arte Musical y su Divulgación de Cultura en CubaFESTIVAL DE OTOÑO DE MADRIDThe Stars of the White Nights 2008ImPulsTanz Gala-Abend© 2008 Danza Ballet

Publicado el 03/08/2008 por Danza BalletLa danza y el ballet en EspañaHecho en Barcelona
Publicidad

Google Translate
BOLETÍN DIGITAL
Ver de qué se trataNoticias de danza y ballet, nacionales e internacionales.Toda la información actualizada se envía una vez por semana.
Su e-mail:Por favor, seleccione:SubscribirAnular Subscripción
Enlaces Relacionados
Festivales
Noticia más leída sobre Festivales Festival Grec 2007 de Barcelona
Opciones
Imprimir Enviar a un Amigo
Quienes leyeron esta noticia también leyeron...
ESCENA 2008 FESTIVAL DE DANZA DE NAVARRATANZ IM AUGUST 2008NRW INTERNATIONAL DANCE FESTIVAL 2008Veranos de la Villa de Madrid - 2007Festival de Otoño 2008 - MadridFestival Danza 2008 de OviedoBallet Festival Week 2008 Dance Umbrella 2007, danza en EuropaFestival Escena Contemporánea 2008Festival Grec 2008

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Turne na Argentina - Críticas



Asunto: BALLET,ROSARIO,TUCUMÁN,ENCUENTROS,MUSICARTE XXI,ZARZUELA,HÍPICO,LIRICUENTOS.
Ovacionó Rosario gala de ballet - Por: Eduardo Giorello
Ämbito Financiero 09-09-2008Gala Internacional «Las estrellas de la danza». Prog.: Obras de M.Galizzi, A. Méndez, U. Sholtz, L. Ortigoza, M. Petipa/R. Nureyev y M.Petipa/A. Alonso. (Teatro Fundación Astengo, Rosario). Rosario - Organizada por la filial Rosario del Mozarteum Argentino se realizó la Gala Internacional de Ballet «Amor y virtuosismo», en el bello Auditorio de la Fundación Astengo de esta ciudad, El espectáculo, que fue ovacionado por la calidad de los bailarines convocados, siguió luego a Tucumán y Santiago del Estero, y la producción planea traerla en breve a Buenos Aires. Las parejas participantes pertenecen a grandes conjuntos latinoamericanos: Cecilia Kerche y Vitor Luiz, al Ballet del Teatro Municipal de Río de Janeiro; Maite Ramírez y Luis Ortigoza (Ballet de Santiago); Viengsay Valdés y Romel Frometa, (Ballet Nacional de Cuba); y Genoveva Surur y Bautista Parada, al Teatro Argentino de La Plata. La primera parte del programa estuvo dedicada a dúos de corte romántico y la segunda, a pas de deux de la tradición clásica. Se incluyó, asimismo, una presentación de la compañía y una despedida, ambas con coreografía de grandes exigencias de Mario Galizzi, director de la Gala, sobre música de Alexander Glazunov. Las cuatro historias de amor de la parte inicial exhibieron las personalidades y las características de escuela de cada pareja, creando un fresco de diversos estilos coreográficos. Los dúos de Alberto Méndez («Muñecos»), con Valdez y Frometa y el de Uwe Sholtz («Adán y Eva»), con Kerche y Luiz pusieron la nota deslumbrante de la función con actuaciones sobresalientes. Los grandes momentos de la danza de bravura vinieron en la parte final con trabajos impactantes, como los de los artistas cubanos Valdez/Frometa, quienes asombraron con su excepcional despliegue virtuosístico. Regocijante el pas de deux de «Don Quijote» en versión de la legendaria Alicia Alonso que protagonizó esta pareja. También Cecilia Kerche y Vitor Luiz cusaron admiración en el dúo de «El Corsario» de Petipa/Nureyev. El paso de dos de «Sylvia» con coreografía de Ortigoza, bailado por él mismo junto a Maite Ramírez, constituyó otro punto alto de una noche de celebración de la danza académica del más alto nivel técnico y estético.
La SECRETARIA DE CULTURA de la UNR y AMMA, invita al Concierto de Alumnos de la Escuela de Música de la UNR,en el Auditorio de AMMA, Urquiza 1539 - ROSARIO, el jueves11 de septiembre a las 19hs. - Entrada libre y gratuitaGRAN CONCIERTO, alumnos becados de la Escuela de Música de la UNRClaudio Devigili (guitarra)Jaquelina Livieri (soprano)Sofía Cardi Bonfil (piano)María Ines Garrocq - Luisina Perez (duo de flautas)Romina Amoruso (soprano)Gustavo del Turco (tenor)Maximiliano Baños (barítono)Juan Ignacio Fornassero (piano)Organizan: Asociación Mutual Mercantil ArgentinaSecretaría de Cultura Universidad Nacional de RosarioEscuela de Música (Fac. H. y A.)
Calidad, despliegue, color, y emoción reflejaron "Las estrellas de la danza" Ovación de pie. (En Tucumán)
Con una iluminación soberbia, ya observada en Madame Buterffly, el escenario del San Martín recibía a "Las Estrellas de la danza". El espectáculo se dividió en dos partes con 4 obras cada una. Todas de un nivel superlativo, ya sea en lo musical, en la danza, en los dotes artísticos de los bailarines y en los textos de las obras. Las cuatro parejas que desplegaron toda su magia se presentaron "Arriba del telón", mientras de fondo el público escuchaba melodías de Glazunov, con la interesante coreografía de Galizzi. La primera parte llamada "Cuatro Historias de Amor" comenzó con la obra Muñecos. La mejor de la noche, sin desmerecer las demás genialidades. Una muñequita (Viengsay Valdes) se enamora de un soldadito de plomo (Romel Frometa). La pareja de inmejorables bailarines cubanos interpretaron sus personajes con una naturalidad tal que los hacía verdaderos muñecos. Movimiento precisos, que se producían con cada "tin", "tun", "ton" de alguna tecla de piano generada por el genial Egues, emulaban las articulaciones del soldadito y la muñequita. Una manera nueva e interesante de mostrar una historia de amor. Pero sobre todo de hacer danza. Se observaba una total fusión en la pareja. Primero muere ella, muere él, resucita ella y vuelve a morirse como Romeo y Julieta. Posteriormente, la cubana Maite Ramírez y el argentino Luis Ortigozza interpretaron Preludio, con música de Chopin y coreografía de Galizzi. Volaban por los aires mientras Chopin le daba un ambiente de amorío total. Los celestes de las luces colaboraban con la belleza escénica. Romeo y Julieta, con los bailarines del Colón Genoveva Surur y Alejandro Parente se vistieron de terqueza para interpretar la obra. Netamente física, demostraron sus habilidades propias del mejor ballet. La música de Prokovieff y la coreografóade Paul vasterling no dejaron dudas. La última de la primera parte fue Adán y Eva. Los brasiler@s Cecilia Kerche y Vícto Luiz danzaron con esta majestuosa ópera de Haydn. Uwe Sholtz, coreógrafo, dispuso que Adán esté con el torso desnudo. Las luces jugaron un papel preponderante cuando tres faros a medias luz iluminaban los cuerpos. Coqueteaban antes de enamorarse perdidamente. Finalizó con trompos a velocidades descomunales. En la Segunda Parte, las bellezas no dieron lugar a malas críticas. El publico atónito se dejaba llevar por los pasajes encantados. La Bayadera con Genoveva Surur y Alejandro Parente, obnubilaron a todos con una excelente coreografía de Luis Ortigoza y la acorde música de Minkus. Vestuarios clásicos, iluminación abundante. Las trompetas comienzan a sonar y ella se transforma en una ploma que vuela en brazos de su amado. La solemnidad, única. Luego los pañuelos acaramelaron más a los dos. Un violín despertaba la pasión del público mientras ella daba giros magníficos en un solo pie, o saltaba delicadamente hacia atrás. Una verdadera gallardía. Pas d' eslave (El Corsario) fue el siguiente ballet de los brasiler@s Cecilia Kerche y Víctor Luiz. La luz amarilla iluminaba a una mujer con velo en el rostro y al hombre de rojo, hermosos estilo árabe. La coreografía de Petipá y Nureyev se basó en un sin fin de pasos propios de este afable arte. Sencillamente se comieron el escenario. A varios espectadores, la piel se asemejó a la de gallina. La música de Adamas, solo le cabe el adjetivo de grata. Sylvia con música de Delibes. Coreografía del también bailarín Luis Ortigoza, que junto con Maite Ramírez formaron una interesante parejas, se vistieron de romanos para agradar al público. Ella una princesa sutil. Finalizó el evento con Don Quijote. Nuevamente Valdes y Frometa, los mismos que habían bailado en Muñecos cautivaron a la gente. Esta vez con vestuario español. Demostraron la misa precisión calidad y justeza que antes. Sin grandes piruetas su solvencia fue más que interesante. Luego llegó la destreza y ambos volaron a lo largo de las tablas. Por último saludaron al atento púbico que llenó el teatro. Pero disfrutó de un enorme espectáculo. Sin duda, los cubanos de Muñecos y El quijote se llevaron los laureles. Sebastián Ganzburg (Tucumán Hoy)
FUNDACION ENCUENTROS INTERNACIONALES DE MUSICA CONTEMPORANEA - Dirección Artística: Alicia Terzian40º Festival Internacional Encuentros 2008"Por un mundo en paz y libertad"Aula Magna de la Facultad de Derecho -Av. Figueroa Alcorta y PueyrredónSábado 13 de Septiembre, 18hs - ENTRADA LIBRECORO UNIVERSITARIO DE LA PLATA - Director :Luis Clemente Asistente de dirección :Eduviges PicotePreparadora vocal :Diana Alba GomezDos motetes - Maurice Duruflé (Francia, 1902-1986) Ubi caritas (1960)/ Notre père ( 1977)Dos composiciones religiosas - Cesar Alejandro Carrillo(Venezuela,1957) O mágnum misterium(2000)/ Salve Regina ( 1991)¡Eli,Eli ! - Cydrgg Bárdos (Hungria, 1905-1991)Cuatro Cantos del folklore eslovaco - Bela Bartok(Hungria,1881,1945)Cancion de Bodas de Poniki / Cancion de los segadores de heno de Hiade!Danza de Medzibrod / Danza de PonikiPiano:Eduviges PiconeCORAL FEMENINO DE SAN JUSTO - Dirección: Roberto SaccenteSalmo 150 - Ernani Aguiar (Brasil, 1950)Salve Regina - Javier Busto (España, 1949)Crux Fidelis - Alberto Balzanelli (Argentina, 1941)Sok herren - Nukt Nystedt (Noruega, 1915)Soledad en el alba - Alicia Terzian (Argentina, 1934)Ave María (doble coro) - Gustav Holst (Inglaterra, 1874-1934)O vos monees (doble coro) - Egisto Macchi (Italia 1928-1992)Non gridate piu - Salvador Ranieri (Argentina, 1930)Solista: Marina Para
Sábado 13 de septiembre de 10:00 a 13:00 hs.Musicarte XXI - 11 de Septiembre 988 (Belgrano) - Buenos Aires Tel.: 4779 2021 - Website:
www.musicartexxi.com -
Email:
info@musicartexxi.com - Acreditación: $30

Musicarte XXI - Centro de Artes Musicales, Audiovisuales y PlásticasConversando con los artistas - Ciclo 2008

"Panorama actual de la tarea de JÓVENES COMPOSITORES EN EUROPA - Festivales, foros internacionales, partituras y grabaciones"A cargo de JUAN MANUEL ABRAS (compositor y director de orquesta)
Con las participaciones de Lucio Bruno-Videla (compositor y director de orquesta), Luciano Giambastiani (compositor y clarinetista) y Héctor Coda (crítico musical).
Temas a desarrollar: La tarea diaria del compositor y su organización. La difusión de las obras, el circuito nacional y el internacional. Los intérpretes y las nuevas tendencias. Los diversos recursos mediáticos, la contextualización de las creaciones actuales. La capacidad de atención del público de hoy. La música que nos representa como transitantes del S XXI, como latinoamericanos, como argentinos.
¨Galas de Zarzuela ¨El reencuentro del gran barítono internacional, Leonardo López Linares, ganador del concurso Pavarotti, con sus orígenes en zarzuela, vividos en la Asociación Cultural Amigos de la Zarzuela durante sus 17 años.Será acompañado por la Srta. Cecilia Maragno, experta oboe, también de trayectoria internacional, y por el Coro de la Asociación.La dirección escénica a cargo del Mtro. Jose Terceiro, la musical a cargo del Mtro. Victor Betinotti y la coordinacion general a cargo de Marta Rey Cister.Esta presentación se realizará el lunes 15 de septiembre, a las 20,30 hs. en el Club Español, Bdo. de Irigoyen 172 de Capital.Las entradas podrán retirarse 1 hora antes.Sigue abierta la convocatoria para integrantes al coro, solistas y bailarines.Info.: 4771-2494 y 4313-7166
El Club Hípico ArgentinoAvda. Figueroa Alcorta 7285 - Capital Federal& La Bella MúsicaAsociación Civil sin fines de lucro, presentan"CONCIERTOS EN EL HÍPICO" (8ª Temporada)Martes 16 de septiembre 20:30 hs. Entrada libre y gratuitaSe solicita la donación de un alimento no perecederoCoro Vocal del Sur y la Orquesta del CCILDirección General: Orlando RosasFelix Mendelssohn: Jaglied Johannes Brahms: NänieAntonio Vivaldi: Doble concierto en La MenorViolines concertantes: Nancy Ambrossi, Yanina AmbrossiGeorg Friderich Haendel: Salmo 109 "Dixit Dominus"para coro, solistas, cuerdas y continuoSoprano: Gabriela Vargas - Mezzo: Ana Manrique - Contralto: Tamara Odon Tenores: Christian Guerrieri, Sebastián Vázquez Bajos: Gustavo Rosas, Federico De Michelis
"Liricuentos", compañía dedicada a realizar versiones líricas originales de cuentos infantiles, convoca barítonos y actores para su próxima obra.
Los interesados, por favor enviar un mail a:
info@liricuentos.com.ar para coordinar audición.
"Liricuentos" funciona como cooperativa.
Mariana Francisco Mera / Alejandro Cattaneo
Directores de "Liricuentos" -
www.liricuentos.com.ar